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| Perímetro ao redor do CMEI foi totalmente isolado pelas equipes da Polícia Militar (Foto: Reprodução) |
Um homem armado invadiu o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz na tarde desta sexta-feira (9). O suspeito mantém cerca de 25 pessoas reféns, entre crianças, professores e funcionários da unidade de ensino.
A creche fica localizada na Rua Genauro Ferreira de Almeida, número 79, no bairro São Braz. No momento exato da invasão, vários professores, funcionários, pais e crianças conseguiram fugir do prédio. As vítimas que não conseguiram escapar foram rendidas e estão sendo mantidas presas em uma das salas do local.
Cerco policial e negociação
O perímetro ao redor do CMEI foi totalmente isolado pelas equipes da Polícia Militar. A ocorrência mobilizou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Corpo de Bombeiros, contando também com o apoio de um helicóptero que sobrevoa a região neste momento.
Em nota, a Prefeitura de Curitiba informou que agora a prioridade das autoridades é retirar os reféns da unidades, preservando a vida de todos os envolvidos. Veja a nota na íntegra:
“A Prefeitura de Curitiba acompanha com máxima atenção a ocorrência registrada na tarde desta sexta-feira (9/10), no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, após a entrada de um homem armado na unidade. A Polícia Militar do Paraná está à frente da operação, com apoio da Guarda Municipal de Curitiba. A Secretaria Municipal da Educação acompanha a situação desde o início e mobilizou suas equipes para prestar todo o apoio necessário às crianças, aos profissionais e às famílias. Os familiares estão sendo acolhidos por equipes da Prefeitura, que também mobilizou profissionais de psicologia para oferecer atendimento especializado. A prioridade absoluta neste momento é a preservação da vida e da integridade de todos os envolvidos. A Prefeitura permanece mobilizada e divulgará novas informações assim que forem confirmadas pelas autoridades responsáveis pela operação.”
Suposto cartaz com ameaças
Durante a tarde, a foto de um cartaz com supostas ameaças feitas pelo sequestrador começou a circular nas redes sociais. No bilhete escrito à mão, o autor afirma que a situação trata-se de um sequestro, e faz ameaças a funcionários e crianças.
Fonte: Massa
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