Segundo a administração do aeroporto, o voo G3 1137 retornou ao terminal em condições de urgência. Equipes de socorro foram acionadas para acompanhar a ocorrência.
"Afirmo. Declarando emergência. Solicito retorno de imediato para 28", avisou o piloto durante conversa com a torre de controle, em seguida também garante que não transportava cargas perigosas.
Em nota encaminhada ao Portal Catve.com, a GOL confirmou que a aeronave precisou voltar ao aeroporto de origem logo após a decolagem. O pouso aconteceu sem problemas, e todos os passageiros e tripulantes desembarcaram em segurança.
A companhia também informou que os passageiros receberam a assistência prevista pela Resolução 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que estabelece os direitos dos passageiros em situações como atrasos e cancelamentos de voos.
A administração do aeroporto confirmou que ninguém precisou de atendimento médico. Após o retorno do avião, as equipes realizaram as vistorias necessárias, e as demais operações do terminal foram retomadas normalmente.
O trajeto registrado pelo site Flightradar24 mostra que a aeronave decolou de Maringá, sobrevoou a região e fez uma curva para retornar ao aeroporto de origem, sem seguir até São Paulo.
Apesar da confirmação da presença de fumaça, a GOL não detalhou o que provocou o problema.
Confira a nota da GOL na íntegra:
"A Gol informa que o voo G3 1137, que partiu do aeroporto de Maringá (MGF) com destino a Congonhas (CGH), na manhã desta segunda-feira (26/10), precisou retornar ao aeroporto de origem logo após a decolagem, devido à presença de fumaça a bordo. |
Fonte: Catve
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