
O caso do bebê Noah, que foi dado como morto e apresentou sinais vitais, voltou a chamar atenção na última sexta-feira (31), no Hospital das Clínicas de Bauru, São Paulo. (Fotos: Acervo Pessoal)
O caso do bebê Noah, que foi dado como morto e apresentou sinais vitais, voltou a chamar atenção na última sexta-feira (31), no Hospital das Clínicas de Bauru, São Paulo. A mãe do bebê, Letícia Cristina da Cruz Santos, informou que ele saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e já consegue respirar sem ajuda de aparelhos.
Internado no Centrinho, unidade especializada vinculada ao Hospital das Clínicas da USP, Noah também deixou o berço aquecido e passou a usar roupas comuns. De acordo com a família, ele já recebeu as primeiras visitas, incluindo a do irmão mais velho.
Bebê dado como morto apresentou sinais vitais horas após óbito constatado
O caso ganhou repercussão nacional após o bebê ter sido declarado morto na Santa Casa de Rio Claro (SP). Noah sofreu uma parada cardiorrespiratória enquanto estava internado na UTI Neonatal e passou por cerca de 45 minutos de manobras de reanimação. Após o procedimento, o óbito foi constatado pela equipe médica.
Horas depois, durante a retirada do corpo, uma agente funerária percebeu que o bebê ainda apresentava sinais vitais. A profissional acionou imediatamente os médicos, que reavaliaram a criança e a encaminharam novamente para a UTI.
Dias depois, Noah foi transferido para Bauru, onde já aguardava uma vaga para dar continuidade ao tratamento de uma fenda palatina, malformação congênita com a qual nasceu.
O que disse a Santa Casa na época do ocorrido?
A Santa Casa de Rio Claro informou que todos os protocolos médicos para a constatação do óbito foram seguidos e afirmou não ter identificado falhas no atendimento. O hospital classificou o episódio como um acontecimento extraordinário e informou que o caso continua sendo analisado por sua comissão de ética.
Para a família, a recuperação de Noah representa um milagre. O bebê segue internado, com evolução considerada positiva pela equipe médica.
Fonte: Massa
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