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| Eles não apresentaram qualquer documentação que comprovasse a origem ou o destino dos produtos transportados |
Dois homens oriundos de São Paulo foram presos após se passarem por funcionários de uma empresa coletora de óleo usado de cozinha e aplicarem golpes em diversas estabelecimentos do Paraná. A prisão ocorreu na manhã desta terça-feira, 10, na Estrada Boiadeira, em Campo Mourão, depois que os suspeitos foram monitorados pelo Grupo de Diligências Especiais – GDE – da 16ª Subdivisão Policial e abordados quando seguiam em direção ao município de Umuarama.
Eles não apresentaram qualquer documentação que comprovasse a origem ou o destino dos produtos transportados. De acordo com a polícia, as investigações começaram após informações de que os indivíduos estariam realizando coletas irregulares em empresas, cobrando pelos serviços como se fossem representantes de uma empresa terceirizada.
Com base nas denúncias, foi realizada uma varredura pela cidade e iniciado o monitoramento dos suspeitos. Após algum tempo de acompanhamento, as equipes constataram que os homens deixaram o município e passaram a se deslocar pela Estrada Boiadeira, onde foi realizada a abordagem, nas proximidades da rodoviária de Campo Mourão. No carro em que estavam foram apreendidos cerca de 200 litros de óleo.
Durante a conversa com os policiais, os suspeitos alegaram que trabalhavam na coleta de materiais para uma determinada empresa, porém não apresentaram nenhum tipo de documentação fiscal ou autorização que comprovasse a legalidade da atividade.
Os dois homens são naturais do estado de São Paulo e, conforme apurado, estariam atuando em várias regiões do Paraná. O veículo utilizado por eles já havia sido identificado em ocorrências semelhantes registradas em Toledo, Londrina, região de Cascavel, Maringá e no Norte do Estado.
Até o momento, três vítimas já compareceram à delegacia de Campo Mourão para registrar ocorrência. A polícia segue em contato com outros municípios por onde os suspeitos teriam passado, na tentativa de identificar novas vítimas e esclarecer a extensão do prejuízo causado.
Fonte: tasabendo
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