Nesta Quinta feira, dia 04 de Dezembro de 2025, realizamos em Peabiru o GIRO TÉCNICO DA SOJA, evento promovido pela parceria entre a Embrapa soja e IDR-Paraná, com apoio da Itaipu, Prefeitura Municipal de Peabiru, Câmara Municipal, Cooperativas de crédito: Sicredi, Sicoob, Cresol,.Esse momento Técnico de repasse de conhecimento é uma oportunidade impar para os produtores, representantes Comerciais, Cooperativa Agroindustrial, técnicos e pesquisadores estarem juntos discutindo e aprimorando as tecnologias que promovem o aumento de produtividade com sustentabilidade na produção de grãos dentro do Estado do Paraná.
O evento faz parte de um Rol de eventos realizados para a Cadeia de Grãos que ocorrem em todas as regiões sojicolas no Paraná que se inicia no mês de Novembro e vai até o início de Fevereiro nas regiões mais frias. O evento foi realizado na Unidade de Referência (UR) do Sr. Herbert Drager, esse produtor já é praticante das técnicas de MIP (manejo integrado de Pragas) e MID (Manejo integrado de doenças) desde 1994 o evento contou com pesquisadores da Embrapa Soja e extensionistas do IDR-Paraná onde abordaram tecnologias relacionadas à produção de soja sustentável: manejo integrado de pra
gas e doenças, manejo integrado do solo (Projeto AISA) e fixação biológica de nitrogênio.
A tarde de campo contou com a presença de 64 participantes de 7 municípios, entre produtores, técnicos e lideranças da região de Campo Mourão.
Os Extensionistas Luiz Henrique e Eduardo Campos Barboza trataram de um tema extremamente caro hoje para o sistema produtivo moderno que está relacionado com a importância de fazer um bom manejo de solos, sendo uma das praticas a rotação de culturas, foram apresentados resultado colhidos por 5 anos no projeto AISA (Ação Integrada de Solo e Água) segue o link com maiores explicações do funcionamento para melhor entendimento (https://www.idrparana.pr.gov.br/Noticia/IDR-Parana-e-Projeto-Aisa-impulsionam-conservacao-de-solo-e-agua). Foram demonstrados os resultados colhidos através desta metodologia de avaliação da capacidade de infiltração de água no solo, através de um simulador de chuva (infiltrômetro de Cornell) foi demonstrado como fazer o diagnóstico rápido da estrutura do solo (DRES) para identificarmos a presença e nível de compactação. Como alternativa de melhorar a diversificação da sucessão soja e milho, citou como promissora a introdução das Brachiárias no sistema, seja de forma solteira, seja consorciada com milho.
Na estação da Manejo Integrado de Doenças - MID, especialmente o sistema de monitoramento da Ferrugem Asiática através da instalação de coletores de esporos. Os produtores podem acompanhar em tempo real a evolução da presença de esporos através do site Alerta Ferrugem do IDR-Paraná (https://idr.mapas.pr.gov.br/ferrugem) com esse link terá acesso à rede coletores do estado do Paraná. Foi evidenciado a importância de se fazer o acompanhamento e monitoramento foliar e definir o momento ideal para realizar o controle das doenças, inclusive as de final de ciclo com o doutor ANDERSON LUIS HELING. Nesta UR na última safra não foi utilizado fungicida porque o clima estava desfavorável
para a doença, mas foi detectado no coletor esporos da doença, e também na lavoura, mais com níveis muito baixa de multiplicação por ter sido um final de ciclo seco. Nesta safra 2025/2026 já foi detectado no coletor desta UR a presença do esporo.
Na estação Manejo Integrado de Pragas – MIP o Pesquisador da Embrapa o Dr. Edilson Ulisses Ramos Junior mostrou a importância de conhecer as pragas e conseguir separar o que são inimigos, fazer monitoramento semanal nas lavouras com utilização de “pano de batida”, identificar o nível de dano e, caso necessário , realizar o controle das pragas com critério técnico e não realizar aplicações desnecessárias, aumentando o custo de produção e contaminação ambiental. Esta UR já esta com 04 safra sem uso de inseticidas.
Na estação da Fixação Biológica de Nitrogênio - FBN, o Dr. André Mateus Prando explicou sobre o método de coinoculação de sementes utilizando as bactérias dos gêneros Bradyrhizobium e Azospirillum. O que chamou bastante a atenção dos produtores e inclusive dos profissionais presentes no evento foi a determinação dos limites máximos de liquido em ml por quilo de semente a serem usados em semente com TI (Tratamento industrial)
Fonte: unidade de extensão rural do IDR-Paraná de Peabiru.
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