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T.A.A- tecnologia de aplicação de agrotóxicos e tema de cursos no Colégio Agrícola de Campo Mourão

 

O Instituto de desenvolvimento rural  do Paraná Idr -Paraná –Iapar/Emater, tem uma parceria no estado e na região com a AGROFLUX, empresa com origem em uma startup de desenvolvimento de novas tecnologias que já estão lançando a sua segunda geração de um equipamento chamado “Fluxin”que consegue de forma mais ágil fazer a verificação de todos os bicos da barra do pulverizador e fornecer um relatório completo das condições das pontas de aplicação mostrando se existem variações nas taxas de aplicação de cada ponta individualmente, dando ao operador condições de executar a manutenção correta de todas as pontas. Antes da criação deste equipamento o processo era feito coletando o liquido nas pontas e realizando a pesagem para determinar a variação e assim se necessário promover substituições das pontas ou mesmos manutenções de partes da barra.

 Dando sequência nesta parceria a Gerência Regional de Campo Mourão organizou com o Colégio Agrícola de Campo Mourão 3 cursos para os alunos que estão no terceiro ano da instituição, foram realizados parte teóricas em sala e parte pratica a campo em Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos, na montagem da estratégia para levar ainda mais profissionalização para os alunos que estão cursando o Terceiro Ano do ensino técnico, convidou representantes da empresa AGROFLUX para participar da parte pratica fazendo uso do equipamento na regulagem de pulverizador.

O trabalho que coube ao Idr-Paraná foi executado por Antonio Eduardo Egidyo, do programa “Grãos Sustentáveis” atendendo 84 alunos das 3 Turmas participantes (trabalhadas separadamente) o tema do T.A.A (Tecnologia de Aplicação de Agrotóxico). Com o compromisso de preparar os futuros profissionais ao atuarem à campo e promoverem cotidianamente a maior redução possível no uso dos Agroquímicos, mas que quando se fizer necessário a intervenção química que ela acerte o alvo sem causar transtorno ao meio ambiente.

Assim foi feito o trabalho em cima das pontas de pulverização mais utilizadas na agricultura hoje, começamos pelo tipo “Leque” demonstrando suas classificações e a quais grupos de espectro de gotas são pertencentes. A classificação das pontas do Grupo leque seguem o padrão “ISO” (a sigla ISO abrevia - International Organization for Standardization - Organização Internacional para Padronização). A ISO 10.625 que divide os grupos de pontas em detrimento da vazão nominal, medida na pressão de operação a 3 bar, onde essa escolha vai impactar na “taxa” de aplicação, ou seja, o volume liquido a ser aplicado por hectare. Na sequência tratou-se do espectro de gotas produzidas por essas pontas, onde dentro da mesma cor de bico podemos ter gotas de poucos micrômetros se assemelhando a “aerossóis” que estão relacionados com a chamada “Deriva”, onde podem causar perdas de eficiência no processo e ainda ser arrastada e provocar danos indesejados a culturas próximas e ao meio ambiente na sequencia foi apresentado a engenharia das pontas que fazem gotas Médias e Grossas com mais de 600 micrômetros recomendadas para hormonais e produtos com possibilidade de volatilização.

Na sequência foi tratado sobre outro modelo de bico que é muito usado pelo agricultor que são os chamados de “Cônicos”, esses podem seguir ou não o padrão “ISO” uma vez que quem define a cor é a empresa fabricante da ponta assim a mesma cor de bicos cônicos pode apresentar vazões diferentes. O outro tema bastante discutido foi sobre os ângulos de ataque dos bicos que na atividade grãos e demais variam de 80 a 135 graus de abertura do leque o do cone, que vai impactar na altura de trabalho e distância dos bicos na barra chegando a ponte de trabalharmos com um bico voltado para frente e outro voltado para trás melhorando acima cobertura e aproveitando melhor a engenharia da ponta.

 

Fonte – IDR - Unidade Municipal de Peabiru. Fone: 44 3531-2077.

E-mail: egydio@idr.pr.gov.br







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