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Mandaguari, no interior do Paraná ganha fama de ser terra de quadrigêmeos

A cidade de Mandaguari, na região norte do Paraná, começou a ganhar fama de cidade fértil. Além de pertencer a uma parte do estado em que a agricultura tem predominância na economia, o pequeno município de 35 mil habitantes, vai ganhar nos próximos dias mais quadrigêmeas. 

Quadrigêmeas estão prestes a nascer no interior do Paraná. Foto: Pixabay

Em 2019, o casal Kátia e André, moradores de Mandaguari foi surpreendidos com a notícia que iriam ter quatro meninos de uma vez só. João Gabriel, Pedro Augusto, José Henrique, Luís Emanoel nasceram de uma inseminação artificial. “No início, eram 32 mamadeiras por dia, ou seja, 8 para cada um. Nas fraldas, era praticamente a mesma proporção”, relembra André Ricardo, em entrevista ao Meio-Dia Paraná da RPC.

Dois anos depois, na mesma cidade, uma outra família se prepara para receber quatro meninas. A dona de casa Tânia Carla Medeiros está internada faz uma semana na Santa Casa de Maringá - PR para ter a Isadora, Luísa, Elisa e Isabely. “No primeiro ultrassom, apareceu três bebês e já levei um susto danado. Quando fiz o segundo ultrassom, tinha mais um. Fui a premiada da família”, disse Tânia. O nascimento das meninas pode ocorrer a qualquer momento e a mãe está recebendo cuidados diários, pois uma delas está com baixo peso.

Fato raro

Segundo o Sistema Único de Saúde (SUS), não é comum no Paraná ter tantos casos de gestação com 3 ou mais filhos. Edicrei Michetti, obstetra que irá atender a Tânia, afirmou que casos assim são raros. “ De acordo com o DataSus de 2019, foram apenas 1210 casos comparados a mais de um milhão de nascimentos. É raro ter de 3 ou mais gestações”, comentou o médico.

Um dos casos mais conhecidos no Paraná, são dos quíntuplos de Chopinzinho, na região sudoeste. Anieli e Luiz Fernando tiveram a Antonella, Laura, Jhordan, Tiago e Luis Henrique, em 2019. Na época, a Tribuna do Paraná ajudou na arrecadação de fraldas, pomadas e produtos de higiene.

E ainda naquela época, as crianças ficaram três meses internadas no Hospital do Rócio, em Campo Largo, na Região Metropolitana, antes de seguirem para o interior.


Fonte: Tribuna do Paraná / CRN Online - www.crn1.com.br
Matéria postada pelo jornalista Claudinei Prado - MTPS 23.455/SP e IFJ 674 BR

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