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Construção civil segue em ritmo de crescimento

            Postado por Itma A. Iszczuk

No Brasil, a construção civil é considerada o “termômetro da economia”. São 13 milhões de pessoas trabalhando na carreira, segundo estimativas e, quando o setor começa a ter resultados positivos, é sinal de que o país está retomando o crescimento.
 De acordo com o Ministério da Economia, em 2019 o Brasil criou 644 mil vagas de emprego formal.
Deste total, a construção civil respondeu pela geração de 71,1 mil postos. No Paraná, os números também são positivos, em comparação a 2018.
E melhores ainda na região Noroeste. Segundo o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), houve aumento no número de registros de serviços. 
Com base nas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), o Estado teve crescimento de 6,3% em todas as modalidades; na Regional Maringá, que compreende as regiões de Maringá, Cianorte, Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama, o índice foi de 10,69%.
Ao todo, de janeiro a dezembro do ano passado, foram registradas 39.447 ARTs na região Noroeste de serviços relacionados ao setor da construção civil.
Foram 20.355 em Maringá, 5.057 em Umuarama, 4.998 em Paranavaí, 4.584 em Campo Mourão e 4.453 em Cianorte.
O crescimento da quantidade de serviços de Engenharia Civil divulgado pelo Crea-PR mostra projeção positiva para a modalidade em 2020. 
Itamir Montemezzo, Engenheiro Civil e Conselheiro do Crea-PR, comenta que, no Brasil, a construção ou aquisição de imóveis é uma forma de poupança. 
“Como a política econômica tem-se mostrado favorável, os brasileiros estão mais confiantes para investir na construção civil. Imóveis, com o tempo, tendem a valorizar”, analisa o Engenheiro.
Montemezzo acredita que o crescimento deverá continua  em 2020, o que resultará em aumento na contratação de Engenheiros, Técnicos e outros profissionais e também na cadeia de fornecedores. 
A Engenheira Civil Loreni Fenalti da Costa, proprietária de uma construtora, relata que a empresa registrou aumento de vendas no ano passado, em comparação aos anos de 2016 a 2018. 
As vendas refletem a confiança das construtoras e incorporadoras. “O projeto de um prédio, por exemplo, leva cerca de quatro anos para ser concluído.
O aquecimento nas aquisições, em 2019, ocorre em função das obras iniciadas anteriormente”, destaca Loreni.

Fonte: Tasabendo.com






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